O Batismo com o Espírito Santo

Capítulo Nº 1
O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO – ATOS, 2
JESUS O BATIZADOR (1)

Analisando cuidadosamente o discurso de João Batista, vemos que a expressão “BATIZARÁ COM O ESPÍRITO SANTO E COM FOGO” refere-se a dois batismos distintos.
Para que haja batismo é óbvio que haverá a necessidade de um batizador e um batizando, neste caso JESUS É O BATIZADOR e o crente o batizando.
Antes de entramos no nosso assunto, veremos algumas formas de batismos, segundo o ensino das Escrituras Sagradas.
Em I Coríntios, no capítulo 10, no verso dois, a Bíblia diz: “E todos foram batizados em MOISES, na NUVEM e no MAR.

PRIMEIRO: FORAM BATIZADOS EM MOISÉS.

Isto corresponde ao batismo no corpo de Cristo, único meio de sermos parte Dele, como vemos em I Coríntios, 12, no verso 13, que diz: “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito”. Vejamos, ainda, Efésios, 5: 30, que diz: “Pois somos membros do Seu corpo”.

MOISÉS ERA UMA FIGURA DE CRISTO.

Em Deuteronômio, 18; 15, ele mesmo diz: “O Senhor teu Deus despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis”.

SEGUNDO: FORAM BATIZADOS NA NUVEM.

Isto corresponde ao BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO, bastante descrito em Atos e demais epístolas de Paulo, e nos Evangelhos.

A NUVEM LEMBRAVA (ainda lembra hoje).

1º) A cobertura de Deus sobre Seu povo.
2º) A presença do Senhor.
3º) O descanso pela presença de Deus
4º) A proteção de Deus sobre Seu povo.
5º) Shekinah do Senhor, isto é a Nuvem da Glória. Uma expressiva manifestação de Sua presença no meio do povo.

TERCEIRO: FORAM BATIZADOS NO MAR.

Este igualmente corresponde ao batismo nas águas, como lemos em Romanos capítulo 6.

6º) O que acontece é que na conversão o Espírito Santo nos batiza no CORPO DE CRISTO, (o batismo em “Moisés”),

7º) A seguir vem o segundo batismo, o batismo com Espírito Santo, e AGORA É JESUS QUEM NOS BATIZA COM O ESPÍRITO SANTO, (batismo na “Nuvem”) o que pode ser antes ou depois do batismo nas águas.

8º) E finalmente o batismo na águas, (como já dissemos no “Mar”), que ocorre no templo, ou fora dele, este praticado pelos pastores.
Note que antes de qualquer coisa, tem que cumprir-se a palavra de Jesus a Nicodemos: “Necessário vos é nascer de novo”.
Fica mais do que provado que o batismo com o Espírito Santo é um ato posterior, pós salvação, eliminando assim o ensino de que ao receber Jesus tudo já vem junto. Não, o ato é distinto, POIS ELE É O BATIZADOR.
A PROVA DESTA VERDADE.

HISTORIANDO.

O Apóstolo Paulo converteu-se mais ou menos três anos e meio depois da ascensão de Jesus, quando ia a Damasco. O Pentecostes já havia acontecido. Lá em Éfeso, na sua terceira viagem missionária (não era rápido como hoje), encontrou doze varões que tinham sido batizados no batismo de João, o batismo de arrependimento, nada mais. Atos dos Apóstolos, capítulo 19 de 1 a 7.
Conhecido isto, Paulo impôs as mãos sobre eles e todos foram batizados com o Espírito Santo, falaram línguas e profetizaram. A seguir foram REBATIZADOS NAS ÁGUAS, pois a era João Batista havia passado.
Depois veio a sua preparação, (no jejum, nas muitas orações, consagração, comunhão e busca incessante de Deus).
Dá para ver que não receberam tudo quando aceitaram a Jesus?
Esta é a conclusão histórica dos três batismos, e ainda nos falta o quarto que é o BATISMO COM FOGO!

ELE VOS BATIZARÁ COM O ESPÍRITO SANTO, E COM FOGO.

Logo mais vamos aprender isso.
O que, realmente, significa esta assertiva? Ao longo da história da Igreja, esta frase tem sido alvo de acirrados debates.

OS JUIZOS DE DEUS

Para alguns, João estava se referindo aos terríveis julgamentos que deveriam ser infringidos por Jesus à nação judaica, quando Ele os deveria reprovar pelo pecado de O terem rejeitado. Os que assim argumentam, o fazem baseados em dois textos do Antigo Testamento: “E sairão e verão os corpos mortos dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão um horror para toda a carne” (Isaias, 66: 24, na ARA) e Malaquias, 3:2,3, na mesma versão: “Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao Senhor justas ofertas”.

AS LÍNGUAS DE FOGO

No entanto, a interpretação mais plausível para a declaração ora analisada, sem dúvida alguma, é aquela que estabelece o relacionamento entre o que João declara aqui e o cumprimento desta no Pentecostes. Em cujo texto, lemos: “Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. (Atos, 2:1-4, na ARC).
A experiência ocorrida no Pentecostes, acima referida, as LÍNGUAS DE FOGO, que pousaram sobre cada um deles, foi ímpar e é sabido que depois deste dia nunca mais elas foram vistas sobre ninguém no momento do batismo com o Espírito Santo.
Se elas fossem, como possa parecer, o BATISMO COM FOGO, ele teria cessado ali, e nunca mais se repetiria. Mas o que se sabe é que até hoje Jesus CONTINUA batizando com o Espírito Santo aos que crêem, e como veremos o BATISMO COM ESPÍRITO SANTO E COM FOGO não são concomitantes. O ato do batismo é um só, mas o seu desdobramento, é que nos fará ver as distinções do mesmo. Logo mais a frente iremos entender isto melhor.
Elas, as LÍNGUAS DE FOGO, eram um sinal de que um dia desceria fogo sobre a vida de alguns deles.
Eles foram “queimados” no sentido alegórico, analógico e virtual, na semelhança da sarça que ardia e não se consumia, na visão de Moisés.
É importante salientarmos, que das 421 ocorrências de “fogo” (versão ARC) nas páginas das Escrituras Sagradas, a maioria delas vincula o fogo como sinal visível da presença e do poder de Deus, embora, de fato, segundo a linguagem bíblica, o fogo também esteja associado á purificação.
“Porque cada um será salgado com fogo, e cada sacrifício será salgado com sal”. (Marcos, 9: 49).
No entanto, nas páginas do Novo Testamento, o Espírito Santo está intimamente associado à idéia de fogo, como fica claramente demonstrado no texto de Atos dois, onde Lucas narra o episódio do Pentecostes.
Assim, podemos concluir que João, o Batista, ao referir-se ao Batismo “COM FOGO“, sem dúvida alguma falava inspirado pelo Espírito Santo, e aludia àquela experiência poderosa, tremenda, transformadora, e impulsionadora que ocorre na vida daqueles que permitem que o Espírito Santo os encha como aconteceu com Jesus. João, 3: 34.
Entretanto ao que nos parece o próprio João Batista não tinha ainda uma revelação do que significava o BATISMO COM FOGO, o que só viria a acontecer após o revestimento do Pentecostes, a cujo batismo, o com fogo, ele mesmo, de algum modo, estava destinado, não muito tempo depois.
De fato ele foi batizado com fogo, pois chegara ao mundo já cheio do Espírito Santo. (Numa forma diferente de batismo, é claro). Todavia esse momento não lhe ocorrera por causa de um BATISMO específico, no sentido lato da palavra, fato que só viria a tomar esta forma por uma ação do Batizador, Jesus Cristo. O Batismo com o Espírito Santo, que seria ministrado mais tarde como um ato batismal, diferente. O caso de João é ímpar e muito inusitado.
A principal razão de Pedro ter negado o Senhor Jesus, com absoluta certeza, foi à falta desse batismo, mas note que depois de batizado, não só ele, mas todos os demais apóstolos alcançaram fé capaz para dar a vida por Jesus.

A MORTE DE JOÃO PUNHA FIM A UMA ERA.

A MORTE DE JESUS DAVA INÍCIO À OUTRA.

Entretanto queremos ressaltar que a experiência não ficou restringida àquele momento, ela é permanente, uma e outra.
Entendo que temos ali uma visão profética que teria a sua ampliação e devida plenitude NA VIDA DE ALGUNS, num futuro não muito distante.
Existe aqui uma clara distinção entre ser batizado com o “ESPÍRITO SANTO” e ser batizado também “COM FOGO”, coisa que embora aconteça concomitantemente, isto é, incluída no batismo com o Espírito Santo, nos parece algo mais distinto, como um reforço decorrente do próprio batismo, razão porque NÃO SERÁ PARA TODOS, pois no mesmo há uma especificidade que só se manifestou na vida de alguns.
Eclesiasticamente falando quando uma pessoa é batizada nas águas entra na posse de todos os privilégios que a igreja oferece, fica assim, implícito no Batismo com o Espírito Santo também privilégios e sofrimentos do crente com relação à vida cristã.
“Porque a vós vos foi concedido em relação a Cristo não somente crer nele, como também padecer por ele”. Filipenses, 1: 29.
Só poderemos entender a Palavra de Deus à luz da revelação do Espírito Santo, como veremos, e, além disto, numa contextualização bem feita, não que me julgue capaz de fazê-la.
Entretanto considere que Batismo com o Espírito Santo é ABSOLUTAMENTE PARA TODOS. Porém o Batismo com Fogo, que desaparece das paginas do Novo Testamento, do modo claro como continua a aparecer o do Espírito Santo, NÃO DEIXOU DE EXISTIR E TER CUMPRIMENTO na vida, repito, de alguns até hoje.
Faço-vos uma pergunta surpreendente, inusitada mesmo, e que talvez nunca tenhamos pensado nela:

QUEM FOI O PRIMEIRO HOMEM A SER BATIZADO COM FOGO?

Se Jesus foi batizado com o Espírito Santo, uma pura verdade, foi também o primeiro homem a ser batizado com fogo. Seguindo a história bíblica o segundo homem a ser batizado com fogo foi Estevão o primeiro mártir, e provavelmente alguns dos apóstolos, dos quais temos informações que foram martirizados, como João o evangelista, que aos 98 anos de idade foi decapitado.
De todas as experiências pelas quais possam passar os seres humanos, indubitavelmente nenhuma se compara com a morte. Dar alguém a vida por Jesus, dependerá de um, (chamá-lo-ei) de super revestimento. Sofrer, ter lutas constantes, perseguições, aflições, nestas há sempre uma esperança de saída, mas nunca para a morte física.
Ouçamos o próprio Jesus falar. Mateus, 20: 17 a 28. Não vamos transcrever todos os versículos, mas vamos solicitar dois deles, sem sair do contexto, que são os de número 22 e 23.
“Jesus respondendo disse: NÃO SABEIS O QUE PEDIS; podeis vós beber o cálice que eu hei de beber, (os sofrimentos pelos quais vou passar) e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? (Sua morte, só que esta era expiatória). Dizem-lhe eles: Podemos”. Aqui se tratava inicialmente do sofrimento por Jesus, e da Sua consequente morte, não a morte de nenhum deles, o que só viria a acontecer após Sua ressurreição. Ninguém morreria por Ele antes que ele mesmo morresse por todos e fosse ressuscitado.
“E diz-lhes ele: Na verdade bebereis o meu cálice…”. Pois o batismo com fogo, como dissemos, não seria para todos, mas para alguns, e creio que até mesmo dos que fizeram tal afirmação, alguns tomaram o cálice, sofreram por Jesus, mas não foram batizados com fogo, isto é, não chegaram a morrer por Jesus. Pois há na questão de sentar-se à direita algo muito estrito e restrito, envolto em mistérios ainda não revelados, (pelo menos a mim). Alguns deles não experimentaram a morte por Jesus, o batismo, agora de fogo.
Em Lucas 12, no verso 50, Jesus reforça as palavras anteriores dizendo: “Importa, porém, que seja batizado com UM CERTO BATISMO; e COMO ME ANGUSTIO ATÉ QUE venha cumprir-se!”. Aqui Ele falava de Sua morte o ponto mais elevado do sofrimento de qualquer pessoa, pois o batismo com o Espírito Santo nunca angustiou ninguém, ele poderá levar à angústia, pelos sofrimentos, mas não angustia, ao contrário, foi sempre causa de júbilo e poder.

Atente para a expressão: UM CERTO BATISMO!

Você poderá está, quem sabe, fazendo uma pergunta. Ficar angustiado após o batismo com o Espírito Santo?
Sim, Jesus disse: “minha alma está angustiada até a morte”. Quando Ele teve medo da morte, afligiu-se, mas pôs a buscar a Deus e “foi ouvido quanto ao que temia”, o que só pôde ser possível por causa do Batismo com Espírito Santo que Ele experimentara.
A extraordinariedade do Seu batismo é singular, pois que o mesmo lhe foi enviado do céu pelo poder do Pai. Veja: o Pai batizou Jesus, e Jesus batizou o João, isto lá dos arcanos celestes, antes de seu nascimento. Jesus batiza com o Espírito Santo e o pastor batiza nas águas.
A morte de João Batista foi circunstancial a de Jesus foi inaugural e sacrificial.
O João morreu por causa da mensagem pregada, mensagem MORAL, a reprovação do amancebamento de Herodes com a sua cunhada. Esta foi a circunstancia. Mas ainda não era por Jesus, na acepção do termo, embora possamos entender que de alguma maneira tenha sido, é verdade.
Aqui ele terminava o seu trabalho de precursor. Precursor ATÉ NA MORTE.
A distinção está entre o sofrimento por Ele aqui na terra e a morte por Ele. Jesus, porém, inaugurava um novo tempo, absolutamente diferente do de João.
Por isso que o BATISMO COM FOGO não seria mais circunstancia, se não circunstancia circunstanciada, mas uma plena ação do Espírito Santo, sobre a vida de uma pessoa; haja vista que ele seria futurista. Atos que iriam acontecer após a inauguração desse tempo da nova aliança.
Prova indubitável desta verdade, encontramo-la em Mateus, 3:11. Portanto, este “batismo” pode ser definido como uma imersão profunda e tremenda na imensurável graça de Deus e no poder de Seu Espírito, que nos capacita a viver acima do trivial, e leva o homem a transcendentalidade, pois certos atos na vida de uma pessoa, não poderiam ser naturais, a morte por Jesus, por exemplo.
O Evangelho é sobrenaturalidade, e é esse batismo que nos outorga poder extraordinário para testemunhar; é a ousadia, a coragem até para entregar a vida por Jesus. É, por assim dizer, a concretização de Ezequiel: 47: 1 a 5.
Ao lermos o texto de Atos dois, podemos perceber, claramente, que na vida dos que estavam reunidos no cenáculo esta promessa cumpriu-se de forma maravilhosa e literal: foram mergulhados no poder do Espírito Santo de forma tão intensa que a reação de alguns dos que acorreram ao lugar em que eles estavam, foi a de concluírem imediatamente tratar-se de embriaguez, haja vista a “inundação” que invadira aqueles tímidos crentes agora revestidos de poder (Atos, 2:12-15).
No melhor dos sentidos esta foi uma reunião SÓ DE BEBADOS!!
Resta-nos, finalmente, a recomendação de Paulo aos crentes de Éfeso: “E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito”. (Efesios, 5:18).
É forçoso reconhecer que a incredulidade tomou conta da igreja, e nas suas mais variadas formas levou-a ao estado em que se encontra hoje: Igrejas sem vida, sem sabedoria, com um ensino de meias verdades, quando não místico, no pior sentido, tendo desprezado as mais importantes coisas deixadas para ela: A oração e o ensino da genuína Palavra de Deus.

O QUE ACONTECE:

a) A repulsão do Espírito Santo.
b) A troca da verdade por ensinos humanos.
c) Faz-se uma distinção malévola, ao ponto de classificar alguns com a verdade, como se ela não fosse a verdade.
d) Aqueles que experimentaram o Batismo no Espírito Santo são tratados de pentecostais, isto em sentido pejorativo. Que bom seria se todos os crentes de hoje, de todas as denominações, fossem de fato, pentecostais, no mais absoluto sentido da palavra.
e) Por isso a Igreja está em estado comatoso pela falta do Espírito Santo (é ELE QUEM DÁ VIDA À IGREJA)
f) A ausência do Espírito Santo abrirá lugar para todo tipo de mundanismo, descrença, indiferentismo e tudo mais.

PEÇAMOS SOCORRO DOS CÉUS, POIS A IGREJA ESTÁ M-O-R-R-E-N-D-O!!!


Manaus, 18 de abril de 2009.

Pastor Israel Guerra

Um comentário sobre “O Batismo com o Espírito Santo

  1. Prezado Pr. Israel,
    Acabo de ler parte de seu estudo sobre o “arrebatamento” e, como bem esclarecido, é que no presente momento o que temos de revelação escriturística é a certeza que trata-se de uma realidade ou seja, de um fato que irá acontecer, porque foi anunciado pelo Senhor Jesus Cristo e por seu servo Paulo sob a inspiração e/ou revelação do Espírito Santo. Entretanto, no que concerne à data, as coisas relacionadas, etc., o que temos é apenas especulação. Este assunto, em nossa insignificante opinião parece que está contagiando alguns líderes evangélicos, principalmente do segmento pentecostal. Está escrito que o desejo de Deus é que nenhum homem se perca, mas que todos cheguem ao arrependimento e à salvação na pessoa do Senhor Jesus Cristo; O mundo já possui mais de 7(sete) bilhões de pessoas e, deste montante quantas não são cristas? Citamos como exemplo restrito a China e a Índia, sem falarmos nos seguidores de Maomé.Repito que, em nossa insignificante opinião, tais lideres deveriam era estarem preocupados com a evangelização, não só eles, como também todos nós. Parabenizo V.Sa.,por haver dado uma “cacetada” em todas essas especulações com o alerta da Palavra de Deus registrado em Dt. 29.29.
    Atenciosamente,
    João Batista dos Santos Cordeiro
    (92) 3663-1135

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