BALAQUE E BALAÃO CONTRA A IGREJA

UMA SOCIEDADE MALIGNA QUE AINDA HOJE PERMANECE EM ATIVIDADE.

Números, 31: 16.

Nesta passagem vemos como o engano volta sutilmente ao meio do povo.

Foram enganados de um modo, parece, até inconsciente.

QUEM SABE SE APIEDARAM DAQUILO QUE DEUS ABOMINAVA.

Trouxeram para a igreja (o arraial do Senhor), as mesmas causas que levou o povo ao pecado.

Às vezes nos enganamos quando queremos preservar alguma coisa, por acharmos que é boa, esquecendo-nos de que aos olhos de Deus são abomináveis.

Lembre-se do caso do Saul, que preservou o interdito, mesmo pensando em oferecê-lo a Deus.

Lembre-se de Acã que pela cobiça levou muitos do povo de Deus à morte, atrasando, inclusive a marcha da igreja, (o arraial do Senhor).

Não devemos esquecer que OBEDECER É MELHOR DO QUE SACRFIFICAR.

II Pedro, 2: 14 e 15.

A ação do ESPÍRITO DO ENGANO avança no tempo.

Judas, 11.

O ESPÍRITO DO ENGANO continua sua trajetória.

Apocalipse, 2: 14.

É o ESPÍRITO DO ENGANO que continua agindo na igreja, como hoje.

Números, capítulo 22, 23 e 24.

Nestes três capítulos temos todo o relato de como Balaão começou a expor o que estava escondido no coração, até poder formar,

A SOCIEDADE DO DEVASTADOR, ENGOLIDOR, (Balaque)

COM O SEM POVO, ESTRANGEIRO, ADIVINHO, DEVORARADOR, (Balaão)

Com quanto às ações de Balaão sejam um pouco diferentes da de Jezabel, há algo desse espírito que ainda hoje opera, mormente no seio da igreja.

Parece-nos que eles se aliaram numa dupla ação, TROPEÇO/IDOLATRIA espiritual.

Balaão era estrategista.

Jezabel era “dominarista”.

Jezabel era grosseira de atos e muitas das suas práticas eram ostensivas.

Balaão era maneiroso e calculista, cheio de subterfúgios, sendo inclusive ambiguo.

LEMBRE-SE QUE PAULO DISSE: “GUARDAI-VOS DOS CÃES”.

Qual era a técnica de Balaão?

Lançar tropeço aos israelitas, e na ausência destes, ele opera na igreja.

Muitos crentes hoje estão sendo uma pedra de tropeço para outros crentes.

Às vezes inconscientemente levados por esse espírito que operava em Balaão, bem assim como o espírito que operava em Jezabel.

BALAQUEem hebraico significa DEVASTADOR, e também ENGOLIDOR.

BALAÃO –- em hebraico significa SEM POVO, ESTRANGEIRO, étambém chamado de ADIVINHO. Há outro significado para o seu nome que é ENGOLIDOR ou DEVORADOR.

Veja como os espíritos dos dois BALAQUE e BALAÃO casavam e agiam do mesmo modo, até em seu significado.

Ele estava no meio do povo de Deus do qual aparentemente fazia parte, mas era um estrangeiro, um sem povo.

São os INDIFERENTES que estão na igreja, mas dela não fazem parte, são os ESTRANGEIROS.

Como hoje, alguns estão na igreja, mas são ESTRANGEIROS, não têm povo, chegando até a desconhecer o que está acontecendo com a igreja, e suas atividades.

Uma igreja com certo número de membros, mais ou menos elevado, tem um reduzido número, a uma meia dúzia pessoas, em atividade.

É só verificar os que de fato estão envolvidos com as atividades da mesma, e os que estão cuidando de seus interesses pessoais.

O ofício de BALAÃO, além de profeta do Senhor, era o de um exímio preparador de artimanhas, de engodo capaz de enganar.

A maior e mais veemente qualidade de Balaão, é sem dúvida, a COBIÇA, a GANANCIA.

A maneira ignominiosa como ele tenta, como se fora possível, enganar a Deus, é facilmente vista nas suas consultas a Deus sobre ir ou não atender a Balaque, o rei de Zipor.

Veja:

1 — Como profeta ele sabia sobejamente que jamais poderia amaldiçoar o povo de Deus do qual inclusive ele fazia parte. Me refiro quanto à parte intrínseca.

2 – Ele estava na “igreja”, como muitos hoje, mas não fazia parte dela, pois não comungava do posicionamento da “igreja”, e ao mesmo tempo, cegado pela ganancia, (como muitos hoje que só pensam no dinheiro e seu bem estar) distanciado dos princípios fundamentais da Palavra de Deus, em que se encontrava, pois segundo o seu próprio nome SEM POVO, ESTRANGEIRO, NÃO PASSAVA DE UM ADIVINHO.

Sem nenhuma dúvida, não fosse o zelo e amor de Deus pelo Seu povo ele teria se desmanchado em maldições contra o dito povo.

Ainda bem que “contra Jacó não prevalece encantamento”.

Estava na “igreja”, mas dela não fazia parte.

Pergunto-lhe não é acaso o que se vê hoje?

Adivinhos “conduzindo” o povo de Deus!

Profetas” interesseiros, esquecidos de que é necessário “dar de graça o que de graça receberam”, se é que receberam.

São os “balaãos” modernos, os amantes de si mesmos.

Uma das máximas do Evangelho é: “o reino de Deus não é comida nem bebida, mas JUSTIÇA, E PAZ, E ALEGRIANO no Espírito Santo”. Romanos, 14: 17.

3 — Antes de consultar a Deus, ele sabia a resposta, por isso, logo põe-se dedicar várias oferendas a Deus, como se elas pudessem fazer com que Deus mudasse Sua Palavra, quanto a amaldiçoar o povo.

4 — Altares falsos e oferendas falsas nunca agradaram a Deus, neste caso.

5 — Parecia haver nele um pensamento ou desejo, de comprar Deus com seus altares e seus holocaustos.

6 — O pecado de Balaão o levou à morte.

Josué, 13: 22.

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Esse estudo deveria ser ministrado a seguir do Jezabel, pois há muita coisa em comum com os dois.

Pastor Israel Guerra

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